ESG como variável financeira

O clima já está no balanço. A questão é como está precificado.

Tratamos sustentabilidade como decisão de capital: custo de capital, valor patrimonial e risco precificado. A reputação é consequência desse trabalho.

Custo de capital · efeito da gestão climática
Risco climático não geridoprêmio cheio
Sob divulgação IFRS S2 / TCFDprêmio reduzido
A diferença é o prêmio de risco que o mercado deixa de cobrar de quem gerencia e divulga o risco climático.
spread evitado

Representação ilustrativa. Proporções variam por setor, porte e fonte de funding.

IBGCConselheiro Certificado · CCA
TCFD · IFRS S2Padrão que ancora a prática
Natal/RNSede · atuação nacional
Nossa tese

Sustentabilidade é uma decisão de custo de capital.

Risco climático não gerido é spread cobrado pelo mercado — em juros mais altos, due diligence mais longa e ativo menos líquido. Ele já está no balanço, esteja ou não no relatório.

Gerido sob padrão internacional, o sinal se inverte: acesso a linhas verdes subsidiadas, due diligence mais curta e patrimônio mais defensável diante de comprador, sócio ou banco. A reputação melhora junto — mas ela é o efeito, não a causa.

Quem não precifica o próprio risco climático termina precificado pelos outros — em geral, em condições menos favoráveis.

Onde atuamos

Duas frentes. Um mesmo eixo financeiro.

A prática corporativa é o terreno consolidado do ESG. A prática municipal é onde a Biolegacy traz um diferencial raro no mercado brasileiro: tratar o risco climático de uma gestão pública pela lógica de capital e atratividade.

Prática corporativa

Empresas

Médio e grande porte

Boards e acionistas que precisam reduzir o custo de capital, acessar funding verde e proteger o valor patrimonial diante de comprador, sócio ou banco.

  • Dupla materialidade com impacto financeiro
  • Relatórios IFRS S1/S2, TCFD, GRI, SASB
  • Captação em green bonds e linhas verdes
  • Risco climático precificado no balanço
A metodologia que aplicamos

O Método LEGACY

Seis movimentos integrados — da governança ao retorno patrimonial —, ancorados em padrões internacionais (TCFD, IFRS S2) e calibrados por três décadas de prática executiva. Cada etapa entrega um ativo concreto.

L

Liderança ESG

Governança instalada: comitês executivos, matriz RACI, regimento e ritos decisórios.

E

Estratégia & Materialidade

Dupla materialidade conectada ao ciclo orçamentário e ao impacto financeiro.

G

Gestão de Riscos

Riscos físicos agudos, crônicos e de transição classificados pelo padrão TCFD/IFRS S2.

A

Atratividade & Capital

Posicionamento competitivo, balcão único do investidor e portfólio bancável.

C

Captação Verde

Enquadramento e protocolo de pleitos em BNDES, FNE Verde, FINISA, BID, CAF.

Y

Yield · Retorno Patrimonial

O fechamento em números: custo de capital reduzido, volume captado, valor patrimonial preservado. A reputação entra como vetor do resultado.

Retorno mensurável
Linguagem dos financiadores

Os padrões que banco e investidor utilizam.

Estruturamos a divulgação na régua de informação que financiadores e investidores usam para decidir crédito, due diligence e enquadramento em linhas verdes.

IFRS S1/S2Sustainability & Climate Standards
TCFDClimate-related Disclosures
GHG ProtocolInventário de Emissões
GRIGlobal Reporting Initiative
SASBSustainability Accounting
ODSObjetivos da ONU
Sobre

Comunicação executiva e leitura financeira do risco, aplicadas ao ESG.

Dirceu Simabucuru

Dirceu Simabucuru

CEO · Sócio-fundador

Dirceu Simabucuru é Conselheiro de Administração certificado pelo IBGC (CCA) e integra a Comissão Temática de Sustentabilidade e Clima do IBGC. Tem mais de 30 anos de trajetória executiva em liderança, transformação organizacional, comunicação estratégica e gestão de crises de repercussão nacional. Em colegiados, conecta estratégia, governança e geração de valor de longo prazo, traduzindo cenários complexos em decisões.

CEO da Biolegacy, consultoria que trata sustentabilidade e ESG como variável financeira. Atua na interseção entre governança, riscos climáticos — físicos, crônicos e de transição — e impactos financeiros sob a lógica da dupla materialidade, tema cada vez mais central na agenda dos conselhos diante do novo ambiente regulatório.

Como consultor na Prefeitura de São Gonçalo do Amarante (RN), conduz o projeto de Atratividade de Negócios Sustentáveis, com a implantação do relatório TCFD em iniciativa pioneira no âmbito municipal brasileiro — conectando governança climática, resiliência territorial e acesso a financiamentos verdes.

Construiu carreira executiva como Diretor Geral em afiliada Globo no Rio Grande do Norte e Diretor de Marketing em afiliada Globo no Paraná, à frente de equipes multidisciplinares, processos de transformação e crescimento de resultados em ambientes de exposição pública — repertório direto em gestão de crises e posicionamento institucional.

Formação em Administração e Publicidade, com especializações em ESG e Marketing.

Trajetória completa no LinkedIn — /in/simabucuru
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